Close Menu
A Gazeta Digital
    Facebook X (Twitter) Instagram
    A Gazeta Digital
    Instagram
    • Home
    • Notícias

      Turnaround empresarial: as fases que decidem o resultado

      setembro 10, 2026

      Perfil das empresas que conquistam a aprovação do BC: O que elas têm em comum?

      setembro 8, 2026

      Envelhecendo com dignidade: Yuri Silva Portela expõe a urgência de formar mais geriatras diante do crescimento da população idosa

      setembro 3, 2026

      Como a cultura organizacional se manifesta na auditoria interna, na perspectiva de Márcio Alaor de Araújo

      agosto 31, 2026

      Uso de inteligência artificial nas empresas brasileiras salta de 13% para 17% em um ano

      agosto 28, 2026
    • Política

      Marco Legal da Inteligência Artificial chega à reta final na Câmara em ano eleitoral

      agosto 28, 2026

      Congresso volta do recesso com agenda apertada e 87 vetos represados

      agosto 13, 2026

      Congresso entra em recesso sem votar 6×1 e PEC da Segurança Pública

      julho 27, 2026

      Como a nova agenda de regulação da inteligência artificial pode mudar empresas, plataformas digitais e os direitos dos brasileiros

      julho 15, 2026

      Governo brasileiro leva “mapa do caminho” aos EUA para tentar evitar tarifaço de 25%

      julho 3, 2026
    • Tecnologia

      Pix ganha novas regras de segurança em agosto e setembro: o que muda para quem usa todos os dias

      agosto 28, 2026

      Drex muda de rota e abandona blockchain para chegar mais rápido em 2026

      agosto 13, 2026

      Redata avança no Congresso e mira transformar o Brasil em polo de data centers

      julho 27, 2026

      GPT-5.6 e a nova geração de agentes de IA: como a inteligência artificial está mudando o trabalho digital nas empresas

      julho 15, 2026

      Governo lança matriz de competências em inteligência artificial e já treinou mais de 167 mil servidores

      julho 3, 2026
    • Sobre Nós
    A Gazeta Digital
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Início » Expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica por custos altos e racismo algorítmico
    Notícias

    Expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica por custos altos e racismo algorítmico

    Elise MontclairPor Elise Montclairjunho 5, 202504 Mins de leitura
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    A ampliação do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica entre especialistas e defensores dos direitos civis. O programa da prefeitura, que inclui a instalação de câmeras com tecnologia de reconhecimento facial em pontos estratégicos da cidade, é criticado por ser caro, racista e pouco transparente. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica principalmente por ocorrer sem qualquer diálogo com a população, o que levanta sérias preocupações sobre privacidade, vigilância em massa e violações de direitos humanos.

    De acordo com Pablo Nunes, coordenador do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, o programa é marcado pela opacidade. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica porque sequer divulga quais dados são coletados, qual software é usado, qual a margem de erro das tecnologias e nem mesmo quantas pessoas foram presas ou injustamente identificadas. Para Nunes, a ausência dessas informações básicas impede qualquer avaliação real sobre os impactos da iniciativa, tanto do ponto de vista técnico quanto ético.

    Um dos aspectos mais alarmantes é o viés racial das tecnologias utilizadas. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica pois, segundo dados da Rede de Observatórios da Segurança, 90% das prisões por reconhecimento facial em 2019 envolveram pessoas negras. Esse dado reforça o argumento de que o uso dessas ferramentas tecnológicas aprofunda desigualdades raciais e expõe de forma desproporcional as populações negras e periféricas à vigilância e repressão estatal.

    Apesar de a prefeitura alegar que o Smart Sampa segue as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados, a legislação isenta regras específicas para ações de segurança pública. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica também porque utiliza essa brecha legal como escudo para manter o projeto longe da fiscalização popular. Para especialistas, essa falta de prestação de contas transforma a segurança pública em um espaço imune à transparência, o que compromete seriamente os princípios democráticos.

    Outro fator criticado é o custo elevado da implementação do sistema. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica porque envolve investimentos bilionários sem que a população tenha clareza sobre como esse dinheiro está sendo usado. Enquanto setores fundamentais como saúde, habitação e saneamento básico continuam com déficits históricos, recursos públicos são destinados a tecnologias de vigilância que não demonstram efetividade comprovada na redução da criminalidade.

    Além do aspecto financeiro, a expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica por não ser acompanhada de debates públicos. Organizações da sociedade civil argumentam que decisões sobre segurança, especialmente as que envolvem reconhecimento facial, devem ser discutidas de forma ampla e transparente. Sem essa participação, o programa corre o risco de se tornar uma política pública autoritária, que impõe monitoramento massivo sem o devido controle social.

    A ausência de relatórios técnicos e estudos de impacto também é um ponto crítico. A expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica por não apresentar dados sobre a eficácia do sistema, nem análises sobre os riscos potenciais de erro. Isso compromete a legitimidade do projeto e impede que pesquisadores, jornalistas e cidadãos acompanhem de forma crítica a sua execução. Um programa que atua no limite entre segurança e violação de direitos não pode ser conduzido sem responsabilidade pública.

    Por fim, a expansão do Smart Sampa em São Paulo gera polêmica porque expõe a fragilidade das políticas públicas de segurança baseadas em tecnologia. Em vez de atacar causas estruturais da violência urbana, o poder público investe em soluções que promovem controle e criminalização, especialmente das camadas mais vulneráveis da população. O debate sobre segurança precisa ser orientado pela justiça social, e não pelo lucro das empresas de tecnologia nem por políticas de vigilância opressiva.

    Autor: Svetlana Galina

    Post Views: 365
    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Elise Montclair
    Elise Montclair
    • Website

    Leia Também

    Turnaround empresarial: as fases que decidem o resultado

    setembro 10, 2026

    Perfil das empresas que conquistam a aprovação do BC: O que elas têm em comum?

    setembro 8, 2026

    Envelhecendo com dignidade: Yuri Silva Portela expõe a urgência de formar mais geriatras diante do crescimento da população idosa

    setembro 3, 2026
    Treding

    Mudanças legais devem movimentar setor de seguros em 2024; veja quais são

    fevereiro 19, 2024

    Lombadas eletrônicas realmente reduzem acidentes? Veja os dados!

    janeiro 9, 2026

    Proteção de autoridades em eventos de grande porte: Técnica, coordenação e responsabilidade operacional

    fevereiro 27, 2026

    Programa nacional de mobilidade verde prevê R$ 19 bilhões em incentivos até 2028

    janeiro 2, 2024

    Olá, bem-vindo ao nosso blog de notícias. Aqui você encontrará as últimas novidades sobre diversos assuntos, como política, economia, cultura, esporte, saúde e muito mais.

    Tecnologia que recupera mensagens apagadas do celular levanta debate sobre privacidade e investigações digitais

    março 11, 2026

    Tecnologias Revolucionárias que Transformarão o Cotidiano em 2026

    abril 9, 2026

    Gio Lisboa lança a segunda temporada de “Fora da Plateia – A Série”

    outubro 8, 2025
    Instagram
    • Home
    • Notícias
    •  Fale Conosco
    • Quem Faz
    • Sobre Nós
    © 2026 A Gazeta Digital - [email protected] - tel.(11)91754-6532

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.